terça-feira, 4 de maio de 2010

DJ PEDRO SOBRINHO - MIXANDO O MUNDO

É hora de se animar, brincar e dançar, pois tudo no planeta tudo fica bem mais próximo quando se mixa o mundo. Quem garante a festa é Pedro Sobrinho, de longe, o DJ mais criativo DJ por essas plagas. Quinta (06/05) o artista estará no Marisco fazendo a agitação com o seu festejado MIXANDO O MUNDO.

O QUÊ: DJ PEDRO SOBRINHO - MIXANDO O MUNDO
QUANDO: Quinta (06/05), a partir das 21:30h.
Entrada: R$ 10,00 - Reservas: 32689271
ONDE: Marisco (Lagoa da Jansen, na rua da boate Red)

AUGUSTO PELLEGRINI E TRIO

Vale conferir AUGUSTO PELLEGRINI ETRIO
No repertório, que sempre apresenta novidade a cada show, a riqueza musical da MPB, do jazz, da bossa nova e das canções do pop. Para o distinto público que comparecer, é a certeza de ouvir o melhor do jazz vocal, da elegância da bossa nova e da beleza do pop, que marcaram gerações.

O QUÊ: AUGUSTO PELLEGRINI E TRIO – MPB, Jazz, Bossa e Pop.
QUANDO: Sexta (07/05), a partir das 21:30h.
ONDE: Marisco (Lagoa da Jansen, na rua da boate Red) Couvert R$ 10,00 ­- Reservas: 32689271

segunda-feira, 3 de maio de 2010

MILA CAMÕES NO SHOW ÁGUAS DE MAIO

Mila Camões, para quem ainda não a conhece, é uma artista segura, que possui todos os atributos necessários para ser o que é: uma grande cantora, que passeia com frases musicais por qualquer gênero. Sua voz é melódica, lírica e tem um calor humano que enternece sem prejuízo da condução muito técnica ao desfiar um repertório primoroso das song do jazz, ou as mais belas canções que a música popular brasileira nos legou.É um bálsamo mesmo vê-la cantar. É plástico. Canta com cada sentido. Quando se recosta ao microfone, emitindo cada nota de canto macio, ou ao cerrar os olhos sentindo a pungência dos detalhes de cada letra da canção, é aí que nos revela uma interpretação própria. É como se estivesse procurando caminhos, atalhos que pudessem fazer-nos revelar novas texturas de canções já consagradas. Mila não as reproduz apenas, cunha um novo sentido para as frases melódicas com essa sua entrega de corpo e alma ao canto.

A cantora se apresenta, sábado, (08/05) no Marisco no show águas de maio que tem a direção musical do violonista Celson Mendes.


O QUÊ: MILA CAMÕES no show águas de maio
ONDE: Marisco - Lagoa da Jansen, na rua da boate Red.
Couvert R$ 10,00 reservas: 32689271
QUANDO: Sábado 08/05, a partir das 21
:30 h.

Apoio cultural

quinta-feira, 15 de abril de 2010

SATCHMO PRODUÇÕES PREPAROU UMA AGENDA MUSICAL ESPECIAL PARA VOCÊ. CONFIRA!


Paulo Pellegrini, músico e pesquisador e aficionado dos Beatles, faz neste sábado (17) uma apresentação solo voltado para a produção de Paul McCartney com base na experiência adquirida como tecladista, backing-vocal e compositor da extinta banda Daphne, uma das pioneiras do rock e do pop-rock em São Luís.
Atualmente, Paulo é vocalista, guitarrista e compositor da banda Mr.Simple, que também segue a linha do rock e tem se apresentado em diversos locais da cidade. O show acontece a partir das 21h no bar e restaurante Marisco, na Lagoa da Jansen (veja o flyer em anexo).

PEDRO SOBRINHO É MIX DE COISA BOA


Eis o convite para o Marisco, na sexta-feira, dia 16, a partir das 21h30..O marisco fica na Lagoa da Jansen (na rua da Rede Club). Vá curtir uma música ambiente dançante, em um espaço vip e limitado. Um mix de coisas boas no setlist do DJ Pedro Sobrinho. Dê uma sacada na filipeta...

AUGUSTO PELLEGRINI TRIO É DE ENCANTAR. CONFIRA!


Se a quinta-feira foi santa, o que se dirá de 15 de abril? É o que se deve estar perguntando o respeitável público que lotou o Marisco para ver Augusto Pellegrini e Trio. A apresentação foi elevada, magnífica. No dizer de uma das presentes “foi lindo, lindo...!”.

Tais exclamações só podem mesmo coroar e confirmar um show bem cuidado no repertório, que sempre traz novidades a cada apresentação e é elaborado com esmero e carinho pelos músicos no decorrer da semana, quando são realizados os ensaios.

Pois bem. Nesta quinta (15), Augusto Pellegrini e Trio voltam a se apresentar no Marisco, a partir de 21h, trazendo mais novidades em jazz, bossa e old times pop. Agora é sua vez de saborear!

quinta-feira, 8 de abril de 2010

Augusto Pellegrini e Trio em jazz, bossa e old times pop


Foto: Evandro Filho

Se a quinta-feira foi santa, o que se dirá de oito de abril? É o que se deve estar perguntando o respeitável público que lotou o Marisco para ver Augusto Pellegrini e Trio. A apresentação foi elevada, magnífica. No dizer de uma das presentes “foi lindo, lindo...!”.
Tais exclamações só podem mesmo coroar e confirmar um show bem cuidado no repertório, que sempre traz novidades a cada apresentação e é elaborado com esmero e carinho pelos músicos no decorrer da semana, quando são realizados os ensaios.
Pois bem. Nesta quinta (8), Augusto Pellegrini e Trio voltam a se apresentar no Marisco, a partir de 21h, trazendo mais novidades em jazz, bossa e old times pop. Agora é sua vez de saborear!

O QUÊ: Augusto Pellegrini e Trio em jazz, bossa e old times pop
ONDE: Bar e restaurante Marisco - Lagoa da Jansen, ao lado do antigo bar Maloca. Couvert artístico R$ 10,00 reservas: 32689271
QUANDO: Quinta-feira 08/04, a partir das 21 h.

segunda-feira, 5 de abril de 2010

RETALHOS E REBOTALHOS


Este conto quem me enviou foi Augusto Pellegrini. Publico-lhe para apreciarmos.


Ricky López é um saxofonista tenor que também ataca de alto. Ele se chama Ricardo Porfírio Máximo de Souza Lopes, nascido em Oliveira dos Brejinhos, no sertão baiano, soprador de berrante, tocador de bois, mas hoje é Ricky López, músico que tenta a vida nos Jardins, o Éden incrustado na Paulicéia, o sax, as luzes, o agitado e frenético “way of life”.
Ricky mora no primeiro andar de um prédio de apartamentos com jardim verde-florido e tudo mais, cinzeiro, cigarro, camisa amarrotada e copo d’água pela metade, o cenário enfeitado por uma pirogravura mostrando a fachada da antiga Faculdade de Medicina e um calendário de parede Pan-Am, mostrando aqueles lugares da Alemanha e da Suíça que estão definitivamente fora do nosso alcance e do nosso bolso e da nossa cultura.
Sapato tombado de lado, meia revirada, mesa de centro com capas de discos de vinil – Lester Young, Cannonball Adderley, Jimmy Giuffre – Ricky López “wants to be on the top”.
Mas Ricky Porfírio anda arregaçando com os nervos.
Primeiro a adaptação. Afinal, começara tocando na banda da brejeira Oliveira, aprendendo o sopro com o tio Emérito – “olhe aqui, menino, isto é uma palheta, isto é um bocal, o saxofone é mais bonito, tu ficas bem com o instrumento no pescoço!” – na verdade, ele mais parecia um boi de parelha com aqueles arreios todos e o pescoço pendido para baixo, feito bago de uva, mas ele não deixou por menos, soprou e soprou, aprendeu a diferenciar fusas de semi-fusas, e percebeu que existia algo mais do que o bonito, algo muito mais sensual e humano na voz do sax-tenor,nas curvas do sax-tenor, no “sax-so-funny”, no “sex-soul-phony”, com todos os seus tentáculos e todas as suas ventosas, as tentações do vício, as tentações da carne, as tentações da noite, a carta da tia chorosa, da tia Jerusa, - “volta, filho, vem de volta tocar seu bombardino nas festas da cidade, deixa isso de aventura, chega de tanta querência, tio Emérito está esperando, já está com oitenta mas ainda é forte e parrudo, ainda apronta suas chamuscadas nos forrós da praça, ainda curte a sua cana brava na vida caiana!”.
Mas Porfírio foi ficando, foi se adaptando à metrópole, passou longe do demônio dos vícios, soprou numa festa de estudantes de direito e caiu no gosto dos presentes – “toca Summertime!!, toca Stardust”” – e ele que só sabia soprar o Cego Laurentino, mas na calada das madrugadas foi se esgueirando por entre as casas musicais, e foi se habituando com o vibrato de Coleman Hawkins ou com a enxurrada de notas de John Coltrane nas noites solitárias ou nos dias de granizo.
Nascia Ricky López, artista de jazz, paletó largo, camisa estampada e colorida, sapato branco e dedos ágeis, apertando aqui e ali, acariciando a coluna dorsal do seu sax dourado, cujo brilho refletia todas as cores e todas as caras apesar da fumaça embaçada e da meia obscuridade das lâmpadas cada vez mais “dim”.
É preciso ser artista para ser artista.
É preciso ter persistência para enfrentar as portas batidas na cara quando à procura de oportunidades, é preciso ter estômago para não vomitar na cara daquele figurão que pensa que sabe tudo e te trata como um idiota, é preciso ter saco para aturar aquele público errado, sempre pedindo para você tocar aquela música que você não conhece ou que conhece e detesta, é preciso ter sorte para descobrir um emprego onde você possa dar asas às emoções das notas musicais, das suas notas musicais, bem entendido, e ainda ganhar o miseravelmente necessário para cobrir o mínimo das suas necessidades.
É preciso ser de pedra para aturar o desaforo daquele acretinado que pede para você tocar a música errada na hora errada, e vê-lo, um apanágio da incultura, gargalhar acompanhado pela fêmea mais “cover girl” do pedaço, ela também uma burra de penacho para concordar com aquela cara, com aquele jeito, com aquele mau gosto e provavelmente com aquele bafo.
É preciso ser falso para conseguir chegar ao prazer todas as noites tocando exatamente a mesma coisa, é preciso ser mágico para tentar encontrar naquela harmonia alguma nota ou alguma pausa escondida, alguma passagem que não seja rotineira.
É preciso ser um gênio para sair daquele buraco às quatro da manhã, observando a decadência pouco a pouco tomar conta de cada um dos “habitués” de voz pastosa, o garçom colocando três ou quatro doses a mais na conta – esta é para o santo – e a sempiterna reclamação que nunca resolve absolutamente nada.
É preciso ser um santo para estudar música seis horas por dia.
É preciso ser Deus para tocar como Charlie Parker

segunda-feira, 29 de março de 2010

AUGUSTO PELLEGRINI E TRIO EM JAZZ, BOSSA E OLD TIMES POP


show de verdade em 1º de abril. Vale conferir Augusto Pellegrini e Trio desfiando encantos sonoros em Jazz, bossa e old times pop, o nome do show que marca a temporada do cantor no bar e restaurante Marisco, sempre às quintas-feiras.

No pepertório, a riqueza musical do jazz, da bossa nova e das canções do pop, que funcionam como fagulhas melódicas para reviver o que melhor se produziu na música nos anos 60/70. A beleza harmônica da noite fica por conta dos competentes músicos Júlio Maia (guitarra acústica), Jeff Soares (contrabaixo), Fleming (bateria) e de Augusto Pellegrini conduzindo em grande estilo interpretativo.

O QUÊ: Augusto Pellegrini eTrio em jazz, bossa e old times pop
QUANDO: quinta (01/04), a partir das 21h. Couvert R$ 10,00
ONDE: Marisco bar e restaurante - Lagoa da Jansen ( ao lado do antigo Maloca)
Reservas: 32689271
apoio:








terça-feira, 23 de março de 2010

AUGUSTO PELLEGRINI EM JAZZ, BOSSA E OLD TIMES POP


Augusto Pellegrini - quinta (25/03) no Marisco. No repertório dessa noite, as mais belas canções da bossa nova, standards do jazz e a beleza da música pop dos anos 1970. Pellegrini está na sua melhor forma como intérprete e quem ganha é você, que gosta de boa música.


O QUÊ: Augusto Pellegrini em Jazz, Bossa e Old Times Pop
QUANDO:Quinta-feira (25/03), a partir das 21h.
ONDE: Marisco Bar e Restaurante - Lagoa da Jansen (ao lado do antigo bar Maloca)
Couvert: R$10,00 Reservas: 32689271

Realização: Satchmo Produções
Contato: 81278879 e 81278837